Fonte: GaCS
Rua de São Miguel, nº 42, 9500-244 Ponta Delgada saomiguel@quercus.pt
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Governo contratualiza elaboração do Inventário do Património Baleeiro dos Açores
Fonte: GaCS
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Zmar Eco Campo Resort vence prémio de sustentabilidade ambiental do Turismo de Portugal
Além dos projectos vencedores, a sexta edição dos Prémios Turismo de Portugal atribuiu ainda 11 menções honrosas, destacando empreendimentos turísticos, equipamentos culturais, eventos de animação, monumentos e espaços públicos. Ao todo, participaram 147 projectos de todo o País.
Os distinguidos foram escolhidos por um júri liderado por Guilherme d’Oliveira Martins.
Agricultores da UE abandonam milho geneticamente modificado mas a superfície do planeta tem cada vez mais trangénicos
Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil registou o maior aumento anual, acrescentando quatro milhões de hectares durante 2010, ou seja, um aumento de 19 por cento.
James salientou que “os países em desenvolvimento aumentaram em 48 por cento as suas plantações OGM em 2010 e vão ultrapassar em área as nações industrializadas até 2015”. A União Europeia contraria a tendência de subida, com uma quebra ligeira no cultivo de transgénicos.
Dos 15,4 milhões de agricultores de 29 países que, no ano passado, recorreram a esta tecnologia – para promover a resistência a doenças e a tolerância aos herbicidas -, 14,4 milhões são pequenos agricultores, especialmente na China e Índia.
Fonte: Diário Digital e Público
Governo conclui proposta para Lei de Bases do Ambiente
Pacheco Torgal e Said Jalali preparam livro sobre eco-eficiência do betão
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Região concorre à Carta Europeia de Turismo Sustentável em Áreas Protegidas
Fonte: GaCS/DRA/LM
Parque Natural de Ilha das Flores tem as "melhores e mais bem conservadas" turfeiras do Atlântico
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Candidaturas para observador de pescas - Programa POPA
O Programa de Observação para as Pescas dos Açores (POPA) continua a monitorizar a pesca de atum nos Açores, como tem feito nos últimos 13 anos. Para além de garantir o estatuto "Dolphin safe" ao atum pescado nos Açores, o Programa continua a estruturar uma base de dados que possui já mais de 2 milhões de registos e que é utilizada por entidades governamentais, pescadores e cientistas. O trabalho dos observadores do Programa é, neste contexto, crucial. São eles que recolhem os dados, em tempo real, que mais tarde possibilitarão analisar e gerir a pescaria nas suas várias vertentes, garantindo entre outras coisas, a certificação "Dolphin safe" (mortalidade zero de cetáceos na pesca).
O POPA tem sede na Ilha do Faial e inclui um corpo de observadores, sediado na Ilha do Pico. Os candidatos deverão ter idades superiores a 18 anos e terão que embarcar, preferencialmente, durante todo o período da safra que se estende de Maio a Novembro, sendo o período mínimo de trabalho de 3 meses. Aos observadores, será dada formação na área da biologia, comportamento e identificação de espécies e segurança no mar, e terão direito a viagem (Lisboa-Horta-Lisboa), alojamento, alimentação a bordo e vencimento mensal. A página web do POPA possui informação mais detalhada que se pode revelar útil ao potencial candidato.
Data limite para inscrições - 21 Março de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Recolha de resíduos urbanos ultrapassou 35 mil toneladas no concelho de Ponta Delgada
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O "Rei Ananás" está a ficar sem reino!
Cidades inteligentes estão a chegar
Plano de eficiência energética já poupou 74 milhões de euros
Fujitsu lança rato 100% biodegradável
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Como sobreviver num mundo de nove mil milhões?
Actualmente a população mundial está próxima dos 7 mil milões de pessoas, mas em 2050 vai atingir novo marco: seremos nove mil milhões à procura de alimentos, água, habitação e energia. Com conflitos, migrações e o efeito das alterações climáticas para gerir. Soluções, procuram-se. Gente, gente, gente. O contador não pára.
Associações ambientalistas Quercus e Amigos dos Açores criticam estratégias do Governo para as lagoas das Sete Cidades e Furnas
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Encontradas espécies invasoras em madeira importada à venda nos Açores
Esta dispersão, segundo o investigador, “tem consequências económicas para a agricultura, florestas e até para o comum dos cidadãos, pois foram detectadas térmitas”.
Paulo Borges, que teve conhecimento da situação através de um consumidor daquela grande superfície comercial, acrescentou que, “depois das análises feitas, todas as sacas com as achas [originárias de uma empresa do norte do país] estão a ser queimadas”.
Para o investigador, “os mecanismos de fiscalização de entrada de produtos de madeira na região não terão funcionado, talvez porque o tipo de produto que é não tem verificações regulares”.
Contactado pela Lusa, o secretário regional do Ambiente, Álamo Meneses, salientou que “esta foi a primeira vez que se detectaram térmitas após a entrada em vigor, em Julho de 2010, da legislação que proíbe a importação de madeiras contaminadas com térmitas”. Álamo Meneses admitiu, no entanto, que “tem de ser criada mais legislação, que alargue a proibição a outros materiais infestados com outras espécies”.
Paulo Borges salientou que as espécies detectadas nos resíduos florestais que analisou “são nativas do Norte do país”, alertando que “a sua distribuição pelo resto do país amplia os problemas económicos nas outras regiões onde não existiam”.
As estatísticas internacionais indicam, segundo o investigador, que “dez por cento das espécies não nativas de uma determinada região são capazes de ali se estabelecer”. Paulo Borges admitiu, por isso, que “alguma destas espécies já se tenha estabelecido” nos Açores e defendeu como solução futura “o estabelecimento de protocolos de segurança mais rigorosos” para impedir a entrada de madeira contaminada.
Fonte: Público
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Tribunal de Contas aponta atrasos e falhas na política de gestão da água
Em particular, a elaboração dos planos de gestão para as bacias hidrográficas de cada região – cuja conclusão era exigida por uma directiva europeia para o final de 2009 – teve fraco andamento. Até hoje, ainda estão em elaboração, nas diversas ARH.
O Instituto da Água (Inag), em alegações enviadas ao Tribunal de Contas, reconheceu os atrasos, dizendo que se devem à tardia constituição das próprias ARH, que implicaram num “resvalar dos calendários estabelecidos”.
Chamou a atenção do Tribunal de Contas o excesso de adjudicações directas na contratação de serviços externos. Foi a forma escolhida em 150 das 157 aquisições de bens e serviços das ARH. Em grande parte dos casos, foi consultada uma única empresa. Segundo o relatório da auditoria, divulgado ontem, “81 por cento da despesa com a aquisição de bens e serviços foi efectuada sem que os contratos fossem submetidos a concorrência”.
Algumas ARH atribuíram a necessidade das adjudicações directas com consulta única à “celeridade pretendida”, a “razões de ordem curricular e de conhecimento e confiança no trabalho” ou à “escassez de recursos humanos”.
O Tribunal de Contas identificou várias lacunas nas contratações, tais como ausência de fundamento e análise dos custos, falta prestação de cauções, não publicação em jornais oficiais ou deficiente monitorização da execução material dos contratos.
Das respostas obtidas de alguns dos organismos alvo da auditoria, o relatório conclui que “as ARH não dispõem de dimensão e pessoal técnico com as necessárias qualificações técnicas que lhes permitam exercer de forma autónoma as suas competências”.
A auditoria aponta também para o atraso na regulamentação das tarifas da água, que deveriam já reflectir os seus custos reais – tal como exige a directiva europeia que enquadra a gestão da água nos Estados-membros. Tal política de preços deveria estar em vigor já no ano passado. Mesmo na ausência de regulamentação, porém, muitos municípios estão a seguir um conjunto de recomendações da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) para o cálculo de tarifas mais realistas - conforme alegou este organismo e também o Inag, nas respostas ao Tribunal de Contas.
Do lado positivo, o Tribunal de Contas reconhece os “muito bons índices de qualidade da água distribuída para consumo” e a elevada taxa de cobertura do abastecimento de água (94 por cento), próxima da meta a que o país se comprometeu até 2013 (95 por cento).
Já o acesso ao saneamento está em pior situação, com 80 por cento da população servida por sistemas de drenagem e 71 por cento com tratamento efectivo de esgotos. A meta é 90 por cento.
O PÚBLICO contactou o Ministério do Ambiente, para um comentário à auditoria, mas não obteve ainda resposta.
No próprio processo de auditoria, o Tribunal de Contas procurou ouvir as diferentes entidades envolvidas. Três ARH – do Norte, do Alentejo e do Algarve – e a própria ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, não apresentaram alegações.
Consultas públicas - Rede Natura / instrumento financeiro da UE para o ambiente
Green Cork - as suas rolhas pela nossa floresta
Mudam-se os tempos, adaptam-se as vontades

Marcel Bich desenvolveu um processo industrial que reduzia significativamente (em 90%) o custo das canetas. As canetas lançadas na Europa adquiriram o nome Bic, a abreviatura do nome do seu autor.Devido aos lançamentos publicitários e à fantástica divulgação das canetas Bic, os valores de comercialização voltaram a baixar e o resto da história já todos conhecemos.
Milhares de camarões mortos dão á costa na Praia dos Mosteiros

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Cortiça ganha espaço como material de construção ecoeficiente

Renováveis representaram 28 por cento da produção eléctrica dos Açores em 2010
A produção hídrica registou um aumento de 39,4 por cento e a eólica de 8,4 por cento, garantindo, no seu conjunto, uma quota de produção de 7,6 por cento.
Em 2010, o consumo de electricidade cresceu na Região Autónoma dos Açores em 2,9 por cento, face ao ano anterior.
O sector do comércio e serviços absorveu 44,2 por cento do consumo total, os usos domésticos utilizaram 34,8 e o sector industrial 16,4 por cento.
Fonte: Lusa
Governo conclui proposta para Lei de Bases do Ambiente até fim do mês
PSD, PCP e Partido Ecologista os Verdes já lançaram as suas alternativas para a Lei de Bases do Ambiente, que aguardam agora discussão na Comissão Parlamentar.
Falando à margem do colóquio sobre "A revisão da Lei de Bases do Ambiente", organizado pelo Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Humberto Rosa referiu que a proposta de alteração deve ser "consensual e equilibrada".
O governante recordou que, actualmente, existem problemas ambientais que não estão suficientemente presentes na Lei, de 1987, como as alterações climáticas, perda de biodiversidade ou mesmo o desenvolvimento da plataforma marítima preparada por Portugal.
Durante a sua intervenção no colóquio, o secretário de Estado defendeu que "o mundo carece de fazer uma transição para a sustentabilidade e o ambiente é um pilar fundamental".
A situação de crise económica não deixa de ser um "bom momento" para avançar com a modificação da Lei. "A crise ambiental é muito mais vasta do que a económica", realçou.
Conservação da natureza, gestão de resíduos ou princípio da precaução são áreas que devem ter a atenção dos especialistas visando o futuro da Lei, além da melhor definição do papel da Administração Pública ou o acesso à Justiça em questões relacionadas com o Ambiente.
Aliás, o secretário de Estado deixou a questão sobre se justificaria a existência de tribunais administrativos dedicados ao Ambiente.
O arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, que se dedica a vários projectos de "integração" do homem na paisagem natural defendendo o Ambiente, participou no colóquio e alertou para os problemas derivados do aumento da população nos meios urbanos e o "desaparecimento" do mundo rural.
"Estamos num período em que é necessário dialogar e discutir" o ordenamento do território e o "desenho" da paisagem em Portugal, um "problema global" que afecta todos os sectores e actividades, salientou Ribeiro Telles.
Candidaturas ao «Prémio BES Biodiversidade» até 31 de Março
Estão abertas até 31 de Março as candidaturas à edição deste ano do Prémio BES Biodiversidade, que distingue iniciativas conservação da diversidade biológica em Portugal. Os interessados podem submeter a sua candidatura em aqui.
A iniciativa do Banco Espírito Santo, em parceria com o Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto e com o Instituto Nacional da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, atribui anualmente 75.000 euros. O objectivo é premiar e apoiar projectos e iniciativas inovadoras de investigação, conservação e gestão da diversidade biológica em Portugal numa dupla dimensão – investigação e empreendedorismo.Na última edição, o vencedor foi um projecto de conservação do lobo em Portugal, que pretende investigar e implementar métodos de prevenção de prejuízos causados pelo lobo no gado, de forma a diminuir os conflitos dos criadores de gado com este predador, contribuindo para a conservação da espécie.
Fonte: Diário Digital
É possível ter energia limpa para tudo até 2050 - WWF
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Governo prepara "Simplex" para projectos ligados ao mar
O governante realçou que a economia portuguesa sempre foi virada para o mar, uma tradição que se perdeu nos últimos 30 anos e que é preciso retomar, envolvendo municípios, universidades, comunidade científica e empresários.
Além do “Simplex” para o mar, está em fase de conclusão o Plano de Ordenamento do Espaço Marítimo (POEM). Com estas duas iniciativas, segundo o governante, “o Estado já terá feito muito da sua parte”.
Fonte: Público
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Estudo nega existência de contaminação dos solos e águas para consumo das populações da Praia da Vitória
Lagoa do Congro eutrofizada até já é de difícil acesso
As lagoas do Congro e dos Nenúfares estão na mesma cratera vulcânica, fazendo um conjunto de rara beleza paisagística. No entanto, após terem sido bastante vividas pelos particulares que as possuíam e pela própria população de Vila Franca do Campo, as lagoas do Congro e dos Nenúfares estão hoje abandonadas e em estado de eutrofização que, não sendo grave, já é no entanto preocupante, sobretudo na lagoa dos Nenúfares, a mais prejudicada pelas descargas de nutrientes que continuam a afluir para as suas águas. Além disso, também as plantas invasoras vão ganhando espaço nas lagoas. No caso da lagoa do Congro, “é patente para muitas pessoas que tentam visitar aquele local a falta de sinalização, a falta de acessibilidade à lagoa e até mesmo a visibilidade da massa de água”, denuncia Diogo Caetano, presidente da Associação Ecológica Amigos dos Açores, recordando que já no ano 2000 a associação propôs a classificação das duas lagoas como área protegida, pretensão que só sete anos depois seria atendida em parte pelo Governo Regional, com a sua inclusão no Parque Natural da Ilha de São Miguel. Um dos problemas actuais de gestão das duas lagoas é o facto da sua propriedade ser repartida, tendo o Governo Regional uma parte, que inclui o acesso à lagoa do Congro, sendo a restante parte da bacia hidrográfica ainda posse de particulares, estando o Governo Regional a avaliar que área tem de adquirir para poder salvaguardar a bacia hidrográfica. Aliás, as lagoas do Congro e dos Nenúfares são o tema de uma publicação que será apresentada pelos Amigos dos Açores amanhã, num passeio organizado àquelas lagoas. A publicação é da autoria de Malgorzata Pietrzak, que realizou um estágio profissional na associação e propõe medidas de recuperação e gestão da cratera. Perante o cenário actual, os Amigos dos Açores propõem a criação de uma rede de caminhos como a melhor forma de recuperar a paisagem envolvente às lagoas e reabilitar o seu potencial como locais visitáveis. Questionado pelo Açoriano Oriental, o director regional do Ambiente, João Bettencourt, reconheceu o mau estado actual do acesso à lagoa do Congro, mas lembrou que já foi dada orientação para o seu arranjo e limpeza. Quanto à reabilitação das lagoas, João Bettencourt disse que só quando estiver concluído o plano de ordenamento, previsto para o final deste ano, se poderão avançar com medidas concretas. Lagoas já foram ponto de concentração da população de Vila Franca do Campo A mata ajardinada que envolve as lagoas do Congro e dos Nenúfares remonta ao Século XIX e ajudou a torná-las um ponto de concentração para a população de Vila Franca do Campo que, por alturas das suas festas maiores, o São João da Vila, tinha por hábito rumar àquelas lagoas para ali fazer piqueniques e passar um dia de convívio ao ar livre. Numa altura em que o Governo Regional se prepara para adquirir os terrenos necessários para salvaguardar as lagoas do Congro e dos Nenúfares, o seu potencial turístico pode ganhar um novo alento, não só com a construção de novos percursos e melhoramentos dos existentes, mas também pela sua integração num ‘circuito’ que inclua o Castelo Branco e o Cerrado dos Bezerros.
Fonte: Açoriano Oriental
308 mil euros para combate às moscas da fruta
A acção de combate à mosca da fruta promovida pela Universidade dos Açores (UAç) no âmbito do projecto “CABMEDMAC” vai ser aplicada em zonas da ilha de São Jorge, enquanto em São Miguel e Terceira decorre um projecto de monotorização, o “Adress”. Depois de uma primeira reunião dos parceiros envolvidos no “CABMEDMAC” (Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde), em Janeiro, a iniciativa visa monotorizar esta praga em São Jorge, alargando-se para o ano à ilha Terceira. Trata-se de uma praga que, segundo os especialistas académicos, causa estragos nos pomares e que chega a inviabilizar as produções frutícolas. Este projecto para o estudo e implementação de medidas de combate à mosca do mediterrâneo é dedicado em particular à praga da mosca do mediterrâneo (Ceratitis capitata Wiedemann), contribuindo para um maior conhecimento das moscas da fruta na Macaronésia. O valor global do projecto “CABMEDMAC”, aprovado pela autoridade de gestão do Programa de Cooperação Transnacional MAC 2007-2013, é de 308 mil euros. Em São Miguel, e no âmbito da luta às pragas frutícolas na Região, a Secção de Protecção de Plantas do departamento de Ciências Agrárias (DCA) da UAç está, desde meados do ano passado, a desenvolver um projecto de monitorização das pragas que afectam as produções nas ilhas açorianas, o já referido “Adress”. O projecto “Adress” consta, sobretudo, de um ensaio com armadilhas biotecnológicas nesta ilha (Rabo de Peixe) e na ilha Terceira.
Fonte: Jornal A União
Escolas dos Açores participam em projecto nacional de reciclagem
Região planta 250 mil árvores este ano para recuperar floresta
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
"Estatísticas do Ambiente 2009" do INE
Esta publicação inclui informação sobre as despesas com a protecção do ambiente da Administração Pública, Empresas e Instituições Sem Fins Lucrativos, contemplando as áreas do abastecimento de água, drenagem e tratamento de águas residuais e resíduos.
Segundo os dados do INE, as entidades do sector do Ambiente, que a APEMETA representa, fecharam o ano 2009 com um volume de negócios de 4502 milhões de Euros, que traduz um decréscimo de 6% do volume de negócios, face ao ano 2008.
Para obter a publicação integral: aqui.
Em 2012 águas domésticas da ilha do Corvo serão totalmente abastecidas por energias renováveis
Está já na fase de acabamento, o projecto de uma empresa de Angra do Heroísmo, que vai receber parecer do MIT, para colocação de painéis solares na ilha do Corvo. Pretende-se com este projecto deixar para trás as botijas de gás butano e usar a energia solar para aquecer as águas domésticas, que actualmente custam à Região mais de 25 euros por garrafa de gás doméstico para que os corvinos possam comprar a botija ao mesmo preço que a população das restantes ilhas dos Açores.
O investimento deve rondar este ano os 500 mil euros, a sua amortização faz-se ao longo dos próximos anos.
Fonte: Jornal Diario
Director Regional do Ambiente defende que é essencial preservar as zonas húmidas nos Açores
O esforço de preservação em curso das zonas húmidas do arquipélago açoriano é essencial para a Região, por serem ecossistemas sensíveis de múltiplo valor, disse esta tarde, na Praia da Vitória, o Director Regional do Ambiente. João Bettencourt, que falava no encerramento de um seminário intitulado Zonas Húmidas – Desafios na Gestão de Áreas Naturais, promovido pela Câmara Municipal praiense, apontou a importância destes espaços nos campos paisagístico, de reserva de água, da biodiversidade e de comunidades ecológicas, bem como para o turismo.Sobre este último aspecto, o Director Regional referiu o caso particular do crescente número de visitantes que se deslocam aos Açores com o intuito de observar aves raras que frequentam zonas húmidas dos Açores, nas suas migrações da América para a Europa e vice-versa, e manifestou satisfação por ter ouvido, pouco antes, pela voz do especialista sueco Staffan Rodebrand, que o paul do Cabo da Praia é provavelmente o melhor sítio do mundo para observação de aves raras e variadas.“Estes sítios valem pela sua raridade no contexto internacional, nomeadamente as zonas húmidas do tipo geotérmico ou turfeiras com vegetação arbórea”, sublinhou João Bettencourt, tal como as zonas à beira mar, acrescentando que, por isso, integram a rede mundial de sítios da convenção Ramsar, uma lista que junta espaços particulares de zonas húmidas específicas à escala global.Os Açores contam com 12 sítios catalogados nessa rede internacional, nomeadamente as lagoas das fajãs dos Cubres e Caldeira de Santo Cristo, em São Jorge, o primeiro espaço a ser designado, em 2005, seguindo-se as caldeiras da Graciosa e Faial, o Caldeirão do Corvo, os complexos vulcânicos das Furnas, Sete Cidades e Fogo, em São Miguel, os ilhéus das Formigas e recife Dollabarat, e os planaltos centrais da Terceira, Flores, São Jorge e Pico.No âmbito das comemorações do Dia Mundial das Zonas Húmidas, que se assinala esta quarta-feira, a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, através da Ecoteca de Angra do Heroísmo e com a colaboração de “Os Montanheiros”, organizou hoje uma visita aos sítios Ramsar no planalto central da Terceira Algar do Carvão e Furnas do Enxofre, com as lagoinhas do Vale Fundo e a caldeira Guilherme Moniz como destinos alternativos, Passeio que se repete na próxima sexta-feira. Fonte: Jornal Diário
Araucária gigante das Furnas classificada como de Interesse Público
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Comunicado da Quercus ACN - Zonas húmidas continuam ameaçadas em Portugal
Dia Mundial das Zonas Húmidas

A Convenção entrou em vigor em 1975 e conta actualmente com 150 países contratantes em todos os continentes. Actualmente, foram designadas pelas Partes contratantes cerca de 1600 sítios de importância internacional, cobrindo cerca de 134 milhões de hectares de zonas húmidas. Segundo o texto aprovado pela Convenção, zonas húmidas são definidas como "zonas de pântano, charco, turfeira ou água, natural ou artificial, permanente ou temporária, com água estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo águas marinhas cuja profundidade na maré baixa não exceda os seis metros". Portugal ratificou esta Convenção em 1980, tendo como obrigações:
- Designar zonas húmidas para inclusão na Lista de Zonas Húmidas de Importância Internacional. Estes sítios são reconhecidos a partir de critérios de representatividade do ecossistema, de valores faunísticos e florísticos e da sua importância para a conservação de aves aquáticas e peixes;
- Elaborar planos de ordenamento e de gestão para as zonas húmidas, com vista à sua utilização sustentável;
- Promover a conservação de zonas húmidas e de aves aquáticas, estabelecendo reservas naturais e providenciar a sua protecção apropriada.
Todas as áreas RAMSAR dos Açores encontram-se incluídas em áreas da Rede Regional de Áreas Protegidas:
- Caldeira da Graciosa (Furna do Enxofre), ilha Graciosa;
- Caldeira do Faial, ilha do Faial;
- Caldeirão, ilha do Corvo;
- Complexo Vulcânico das Furnas, ilha de São Miguel;
- Complexo Vulcânico das Sete Cidades, ilha de São Miguel;
- Complexo Vulcânico do Fogo, ilha de São Miguel,
- Ilhéus das Formigas e Recife Dollabarat;
- Lagoas da Fajã da Caldeira de Santo Cristo e dos Cubres, ilha de São Jorge;
- Planalto Central da Achada, ilha do Pico;
- Planalto Central da Terceira (Algar do Carvão e Furnas do Enxofre), ilha Terceira,
- Planalto Central das Flores (Morro Alto), ilha das Flores;
- Planalto Central de São Jorge (Pico da Esperança), ilha de São Jorge.
Ano Internacional das Florestas arranca hoje oficialmente
Nike lança linha de ténis feitos a partir de revistas recicladas

A APED lança saco a partir de garrafas de plástico.

Requerendo quarto garrafas por saco, este novo modelo para transportar objectos tem composição de 99% PET, visando proporcionar aos clientes uma utilização mais duradoura.
O público poderá encontrar estes modelos nas lojas dos associados da APED que aderiram a esta iniciativa: Continente, Modelo, Jumbo, Pão de Açúcar, Pingo Doce, Staples, pelo preço de 70 cêntimos por saco.
A APED tinha já no mercado um saco reutilizável desde 1998.