Rua de São Miguel, nº 42, 9500-244 Ponta Delgada saomiguel@quercus.pt
domingo, 28 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Eco ideias

O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca , oferece a hipótese de que quem quiser salvar o planeta, oferece uma boa refeição. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de electricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 watts/hora de electricidade, durante aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26€

Todas as luzes e os sons de uma música gastam uma considerável quantia de electricidade. A pensar nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança do seu estabelecimento e revestiu-o com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente eléctrica. Essa energia vai ser então usada para ajudar na carga eléctrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o dono do bar, diz que a electricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.

Palestra sobre os Desafios do Ambiente
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Visões Positivas para a Biodiversidade

"Breathing Earth"

Resultados do processo de avaliação dos POBHL já disponíveis
(Fonte: GaCS/SRAM)
Equipamentos em standby gastam 11% do consumo médio por habitação
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Governo dá início ao processo de participação pública inicial do Plano de Ordenamento das Bacias Hidrográficas das Lagoas do Fogo, do Congro, de São B
(Fonte: GaCS/DRA)
Observatório Microbiano das Furnas promove actividades na Semana da Ciência
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
71 freguesias dos Açores distinguidas no concurso "Eco Freguesia: freguesia limpa"
(Fonte:GaCS)
Bebés recebem fraldas reutilizáveis na Semana Europeia da Prevenção de Resíduos

I Semana dos Resíduos dos Açores de 22 a 26 de Novembro
The Simpsons e a ecologia

Este episódio alerta para a problemática bem real do desaparecimento das abelhas, através das preocupações de Lisa. Mr Burns, por outro lado, tem outro tipo de interesses...
sábado, 20 de novembro de 2010
A Natureza inspira
Das Lied von der Erde (ou “A Canção da Terra”) é uma obra de Gustav Mahler (1860-1911), considerada, por alguns críticos, a obra mais importante do autor. A obra consiste num ciclo de seis canções baseadas em antigos poemas chineses, adaptados para o alemão por Hans Bethge. Estes poemas consubstanciam a filosofia da existência humana. O primeiro, Das Trinklied vom Jammer der Erde (”A Canção-brinde à Miséria da Terra”) é uma canção que confronta a eternidade da Terra e o carácter efêmero do homem neste planeta. O segundo, Der Einsame im Herbst (”O Solitário no Outono”), descreve a Terra envolta numa névoa outonal. O terceiro poema, Von der Jugend (”Da Juventude”), recria imagens da juventude: o ruído de “jovens belamente vestidos” dentro de “um pavilhão de verde e branca porcelana”. O quarto, Von der Schönheit (”Da Beleza”), retrata uma paisagem campestre, onde a beleza, especialmente a humana, é ressaltada pela luz da natureza. O quinto, Der Trunkene im Frühling (”O Bêbado na Primavera”) compara a vida a um mero sonho e aos prazeres simples. O sexto, Der Abschied (”O Adeus”), reúne um dos tons mais sombrios e melancólicos desta obra, combinando dois poemas que aludem à nostalgia da amizade e à decisão de partir, num estado de serenidade própria das filosofias budistas e zen.
Foi com esta obra que Gustav Mahler se despediu da Terra. É assim Das Lied von der Erde, “A Canção da Terra”.
(Fonte: Wikipedia)
Os mais e menos "verdes" na contenção da iluminação de Natal
Em Outubro, começaram a circular "na Internet" os primeiros "apelos para uma redução da iluminação de Natal", contou ao DN o Presidente da Câmara de Viseu. Fernando Ruas concorda com a iniciativa e reduziu "um terço" os gastos com a iluminação de Natal. Na urbe que ostenta o título de "cidade Natal" a iluminação "vai incidir no espaço público mais vivido por todos e menos nas áreas de comércio", acrescentou o autarca, que prometeu, ainda assim, "aumentar a despesa com os cabazes de Natal para os mais desfavorecidos".
Mais radical vai ser o município de Tondela, onde "não haverá qualquer iluminação de Natal", garantiu Carlos Marta, Presidente da Câmara. Na mesma linha política, Jorge Rita, autarca do Corvo, considera que o gasto com as iluminações é "desnecessário",salientando que este ano apenas vai enfeitar uma árvore no exterior dos Paços do Concelho e promover uma festa de Natal onde vai oferecer presentes a "todas as crianças da ilha até aos 16 anos".
Em Ponta Delgada, a maior autarquia dos Açores "vai gastar 400 mil euros com as iluminações de Natal”, valor idêntico ao do ano passado, já que a adjudicação foi feita por dois anos". Nesta cidade, as iluminações vão abranger mais de 40 ruas do centro entre o final da segunda semana de Novembro e o Dia de Reis, que serão acompanhadas por um programa de animação da cidade que contará com 45 eventos alusivos à quadra. O tradicional fogo-de-artifício no Ano Novo será reduzido de 15 para 5 minutos, mantendo a igualmente tradicional animação de fim de ano nas Portas da Cidade, com as actuações de grupos musicais. Esta autarquia contrasta com a da Lagoa, que este ano não terá iluminação de Natal, “evitável em tempo de crise”, segundo o responsável pelo Município.
(Fonte: DN/Sapo; AO; Correio dos Açores)
Ilhas Santuário» planta endémicas no ilhéu de Vila Franca do Campo
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Novo trilho pedestre em S. Miguel vai ser apresentado domingo
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Museu Subaquático de Artes de Cancún: união da arte com a natureza


Balanço da campanha SOS Cagarro 2010
Como outros pontos positivos, o Director Regional dos Assuntos do Mar destacou um maior número de empresas que este ano aceitaram reduzir a iluminação pública durante a campanha e também o aumento do número de pessoas que se registaram nas brigadas nocturnas.
Para melhor proteger esta ave marinha, advogou também o aumento das áreas de nidificação, a redução da fauna predadora e a diminuição da iluminação costeira durante a campanha “SOS Cagarro”.
Estimativas apontadas pelo Director Regional dos Assuntos do Mar indicam ainda que se nada fosse feito pelos cagarros nos Açores, a população daquela que é a maior pardela a nidificar no hemisfério Norte poderia diminuir em 30% até 2050.
A Secretaria Regional do Ambiente e do Mar desenvolve anualmente a campanha “SOS Cagarro” visando essencialmente alertar a população açoriana para a necessidade de preservação desta espécie protegida que nidifica nos Açores.
O cagarro, cuja subespécie borealis nidifica sobretudo nos Açores, Madeira, Selvagens, Canárias e Berlengas, é a ave marinha mais abundante nas ilhas açorianas.
Actualmente, existirão nos Açores entre 500.000 a 700.000 cagarros, entre os quais 188.000 casais reprodutores, correspondendo a cerca de 60 a 65% da população mundial da espécie (Calonectris diomedea) e a 75% da população mundial da subespécie (Calonectris diomedea borealis).
Mostra Gastronómica em Água Retorta
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Dia Nacional do Mar
O Dia nacional do Mar é uma data comemorativa da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), que entrou em vigor a 16 de Novembro de 1994, tendo sido ratificada por Portugal a 14 de Outubro de 1997. Um ano mais tarde, em 1998, o dia 16 de Novembro foi institucionalizado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 83/1998, de 10 de Julho, como o Dia Nacional do Mar.
A Liga para a Protecção da Natureza (LPN) assinala este dia com o lançamento de uma petição na Internet, a pedir ao Governo português para implementar áreas marinhas protegidas, visando uma melhor gestão e uso dos recursos. A iniciativa insere-se no âmbito da plataforma eletrónica "eMPOWER", criada por Portugal, Itália e Grécia para envolver os cidadãos nas decisões políticas europeias sobre ambiente. Trata-se de uma plataforma na Internet criada em parceria com as agências de notícias dos três países e organizações não governamentais, em Portugal a LPN. Segundo a Presidente desta associação ambientalista (que já faz parte da plataforma desde há um ano, esta petição surge "porque Portugal está neste momento numa fase de estabelecimento das áreas marinhas protegidas e é necessário chamar a atenção do público que esta ação está a decorrer e pedir o apoio para esta questão, que é um dos instrumentos mais importantes para a proteção dos oceanos".
Na ilha do Faial este dia foi assinalado pelo Observatório do Mar dos Açores (OMA) e o Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP). Às 21:30 toda a população está convidada para assitir, no Anfiteatro do novo edifício do DOP, à exibição do filme The End of The Line - O Fim da Linha, seguido de debate sobre os temas abordados e a sua relação com a realidade Açoriana e Europeia. A actividade conta com a parceria da PONG-Pesca – Plataforma das Organizações Não Governamentais Portuguesas sobre a Pesca.
Neste dia nunca é demais relembar que o mar faz parte da identidade de Portugal e de todos os açoreanos de uma forma muito especial. A importância dos recursos marinhos e a sensibilização das comunidades locais para os diversas questões relacionadas com o mar, não devem ser esquecidas ao longo de todo o ano, especialmente no que diz respeito à deposição de resíduos e à preservação das espécies.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Sumários DR 1ª Série

DR 221 SÉRIE I de 2010-11-15
Decreto Legislativo Regional n.º 30/2010/A
Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa
Estabelece o regime jurídico da avaliação do impacte e do licenciamento ambiental
DR 215 SÉRIE I de 2010-11-05
Decreto Legislativo Regional n.º 29/2010/A
Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa
Regulamenta o exercício da pesca e da actividade marítima na pesca e define medidas adequadas às especificidades do território marítimo dos Açores
Bruxelas propõe cortes nas quotas de pesca portuguesas
A proposta da Comissão Europeia de possibilidades de pesca para o Atlântico em 2011, apresentada hoje em Bruxelas, contempla uma redução global de quotas na ordem dos 10%, com cortes para diversas espécies pescadas em águas portuguesas. Na sua proposta de totais admissíveis de capturas (TAC) para o Atlântico, Mar do Norte e águas internacionais, Bruxelas recomenda o aumento das quotas para seis stocks, a diminuição das possibilidades de pesca relativamente a 64 espécies, e a mesma quota em 23 stocks, com as alterações a representarem no cômputo geral uma diminuição das quotas de quase 90 000 toneladas, ou cerca de 10%. Relativamente a espécies pescadas em águas portuguesas, a Comissão aconselha cortes em mais de uma dezena de stocks, incluindo diminuições de 15% nas possibilidades de pesca do linguado, carapau e escamudo, e de 10% nos stocks de bacalhau, lagostim e biqueirão. (Fonte: Diário Digital / Lusa)
Ecopilhas expande presença no aeroporto de Ponta Delgada

A Ecopilhas está a reforçar a presença nos aeroportos nacionais através do estabelecimento de parcerias com lojas francas. A Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores e Entidade de Registo dos Produtores de pilhas e acumuladores (portáteis e industriais), com a parceria agora estabelecida, passa a estar presente nas lojas francas dos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada. «A presença da Ecopilhas nas lojas francas aumenta o potencial de recolha de pilhas e acumuladores portáteis, influenciando, simultaneamente, o papel da recolha destes resíduos na preservação do meio-ambiente e na tomada de consciência individual e empresarial para a causa ambiental», comentou Eurico Cordeiro, director-geral da Ecopilhas. (Tirado daqui)
Mais de 60 aves morreram electrocutadas este ano nos Açores
Desde o início do ano já morreram 64 aves, especialmente milhafres, electrocutadas nas linhas eléctricas nos Açores. Os postes mais perigosos já estão identificados e a ser alterados.O milhafre é a ave com maior porte dos Açores. Por isso, tem mais probabilidades de morrer vítima de um curto-circuito quando, ao pousar no cimo dos postes de electricidade, abre as asas e toca nas linhas. Segundo Carla Veríssimo, coordenadora do projecto Avifauna e Linhas Eléctricas dos Açores, esta é a espécie com maior número de registos de mortes, totalizando 40 aves.
Este esforço faz parte de uma parceria entre a EDA (Electricidade dos Açores) e a Spea (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), cujo objectivo é compatibilizar as linhas eléctricas com a protecção da avifauna.
“Estudámos quais as tipologias de postes mais perigosas para as aves e depois centrámos aí o nosso trabalho”, explicou ao PÚBLICO Carla Veríssimo. De acordo com uma lista de locais de intervenção prioritários, os técnicos estão a colocar mais abaixo os fios eléctricos que estavam no cimo dos postes, para afastá-los dos locais de pouso.
Em Santa Maria, a EDA efectuou já onze das 14 alterações programadas para 2010 e as restantes estão previstas ainda para este ano. Na Graciosa foram já efectuadas todas as alterações previstas a nível de electrocussão para 2010.
Santa Maria, Pico, Graciosa e Terceira são as ilhas com maior número de aves electrocutadas. São Miguel não apresenta valores de mortalidade por electrocussão nos locais visitados e no Faial e em São Jorge continuam a obter-se valores baixos.
De acordo com a Spea já estão previstas para 2011 mais alterações em todas as ilhas.
(Fonte: ecosfera Público)
Agenda Europeia do Ambiente
Banco Português de Germoplasma Vegetal
domingo, 14 de novembro de 2010
Comunicação de Viriato Soromenho Marques no Congresso dos 25 anos da Quercus
sábado, 13 de novembro de 2010
Das ideias luminosas
O motivo de todo este precoce brilho nocturno, segundo o que parece, é a tentativa de trazer mais pessoas para a baixa da cidade e apelar ao consumo no comércio tradicional.
Concordo com a importância da revitalização da economia, mas parece-me que luzinhas acesas desde o dia 11 de Novembro até pelo menos ao dia de Reis (no mês de Janeiro), é uma bela e cara manobra de diversão que não é proporcional ao valor da receita que eventualmente poderá gerar, além de que tem tudo menos de sustentável, numa cidade que se orgulha de ser a primeira em Portugal com gestão ambiental certificada da União Europeia.
O que me choca no meio disto tudo não é só que um país, à beira do colapso financeiro e enterrado até à cabeça na ruptura moral, pague uma exorbitância pelas iluminações de Natal; choca-me também a forma como se desvirtuam as tradições. E se é certo que nem todas as antigas tradições são dignas de respeito (como é o caso da lapidação e dos touros de morte), parece-me que iluminar a cidade no dia de São Martinho tem pouco de magusto, qual Carnaval fora de época.
As pessoas não compensam as suas frustrações ao olhar para um Pai Natal luminoso. Era bom que assim fosse. Não se pode pedir a um país e a uma região medidas de austeridade e a seguir desperdiçar dinheiros públicos desta forma.
As pessoas já não acreditam no Pai Natal, por mais cintilante que seja, mas ainda podem acreditar na moralidade do Estado, se este estiver à altura dessa tarefa.
Por este andar, no próximo ano a abertura da iluminação do Natal irá coincidir com o final das Noites de Verão. Parrhesia!
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
XX Jornadas de Ambiente da Quercus

quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Fornos solares ao serviço do ambiente e do desenvolvimento social
O forno solar é um equipamento que permite a conversão de energia térmica da radiação solar para aquecer alimentos ou para produzir água destilada.
O primeiro forno solar foi criado pelo naturalista francês Horace de Saussure, em 1767.
Os fornos solares têm sido usados na Índia, China, Afeganistão e sobretudo em países Africanos, zonas onde existe escassez de combustíveis sólidos (lenha e carvão), pelo que a utilização destes equipamentos é uma solução simples e económica de confeccionar alimentos e esterilizar água. Uma outra vantagem destes fornos é que evitam a desflorestação. Este verdadeiro benefício ambiental permite que cada forno solar contribua para a redução de cerca de uma tonelada de Co2, por ano.
Em regiões pobres, especialmente em África, onde o sol é constante e a quase totalidade da energia consumida provém da lenha, os fornos solares estão a provocar uma verdadeira revolução social ao reduzir o trabalho de 15 horas semanais de apanha de lenha das mulheres e das crianças, contribuindo deste modo para um aumento da sua qualidade de vida. Além disso, nesses países, as mulheres e crianças para cozinhar recorrem habitualmente a fogueiras efectuadas em espaços fechados, o que implica que sofram queimaduras e de graves problemas respiratórios causados pela poluição do ar.
Nestes países, em que a madeira é um bem escasso, muitas vezes não chega para cozinhar alimentos e para ferver a água, o que significa que a população está condenada a beber água contaminada.
Estima-se que em cada ano ocorrem 1,5 mil milhões de casos de diarreia, dos quais resultam cerca de 2 milhões de mortes em crianças. Mais uma vez, os fornos solares têm um importante papel na promoção da saúde, ao permitirem um método prático de aquecer a água até ao ponto de esterilização, destruindo assim os agentes patogénicos mais comuns e transformando água contaminada em água potável.
O modelo mais simples destes fornos - tipo painel - é feito com um pedaço de papelão, revestido com algum papel laminado. E a grande vantagem é que cada pessoa pode construir, com poucos recursos, o seu próprio forno solar.
Actualmente existem diversas associações a financiar o fabrico e a distribuição de fornos solares em países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento, mas a organização pioneira foi a Solar Cookers International (SCI), uma ONG que goza de estatuto consultivo junto do Conselho Economico e Social da ONU (ECOSOC). Estima-se que desde o inicio da sua actividade, a SCI, já possibilitou, a mais de 30 000 familias africanas, a utilização de fornos solares, através de uma extensa rede de informação, formação e educação.
Em 2020 esta ONG foi vencedora do Ashden Award, pelo seu trabalho efectuado com os fornos solares no Quénia e, em 2006, foi distinguida com o World Renewable Energy Award.
Para mais informações acerca deste projecto, consulte: 1, 2, 3.
"The greatest challenge is to lead the world into a new era of peace and humanism, to create more inclusive, just, and equitable societies through sustainable economic and social development, based on science, innovation and new technologies that will serve mankind and will preserve the environment." (Irina Bokova, Directora Geral da UNESCO)
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Freguesia de Ginetes cria Pomar Comunitário onde todos são convidados a cultivar
A ideia surgiu no decorrer de um processo de revitalização dos jardins da freguesia onde foi detectado que os jardins são praticamente todos idênticos em termos de cultivo, nomeadamente, com plantas e flores sem grande utilidade pública. Num destes espaços, no Jardim do Emigrante, sito à Rua Alqueive surgiu a ideia de implementar um Pomar Comunitário atendendo a actual conjuntura. Pretende-se criar um certo dinamismo, no sentido de iniciar um pomar onde principalmente as crianças das escolas primárias possam participar em iniciativas comunitárias em ir ao jardim apanhar fruta. Presentemente já decorrem a selecção das plantas para cultivo, nomeadamente, laranjas, mandarinas, uvas, goiaba e castanha fazendo com que se retome a tradição de cultivo de fruta na freguesia.
O Jardim do Emigrante é um amplo espaço que vai ganhar nova vida segundo João Paulo Medeiros tudo vai começar da estaca zero estando desde já assegurado que as plantações das árvores de fruto irão decorrer desde do plantio de forma a que seja possível acompanhar a evolução e o desenvolvimento das árvores. Um dos objectivos da Junta de Freguesia de Ginetes passa por envolver as escolas no sentido de levar ao Pomar Comunitário as crianças com o intuito de as mesmas colaborarem no plantio das árvores de forma a que de futuro chamem a si a responsabilidade de proteger o pomar público.
Na primeira fase do Pomar Comunitário João Paulo assume que o trabalho será assegurado pelos funcionários da Junta de Freguesia, trabalho este que será intercalado com a ajuda dos mais novos oriundos das escolas da freguesia. Dois anos é quanto João Paulo Medeiros estima que se possa fazer a primeira colheita dos frutos que agora vão ser plantados.
A prática de uma agricultura saudável sem a presença de químicos é um dos propósitos de João Paulo Medeiros para o Pomar Comunitário da freguesia, inclusive, assume que outros dos propósitos passa por envolver a comunidade bem como os agricultores locais na execução das tarefas do Pomar Comunitário. O presidente da Junta de Freguesia de Ginetes faz votos que o espaço do pomar público seja respeitado pelas pessoas e que não sejam praticados actos de vandalismo uma vez que se trata de um bem comum para a comunidade.
O intercâmbio de gerações entre avôs e netos no processo de aprendizagem dos costumes do plantio é outro dos propósitos de João Paulo Medeiros que explica que é pretensão através do Centro de Convívio dos Ginetes estabelecer o contacto com os agricultores da velha guarda com o objectivo que expliquem às crianças como se cuida de uma árvore, como se poda ou até mesmo como se planta e aduba. É objectivo a existência de aulas práticas entre os idosos e os alunos das escolas com o objectivo que exista uma constante aprendizagem.
O Pomar Comunitário será um regresso ao passado com práticas saudáveis onde as maquinas e os adubos químicos darão lugar ao trabalho humano e aos adubos naturais tornando-se saudável para todos em geral contribuindo também de certa forma como atractivo turístico para a freguesia.
(Fonte: Diário dos Açores)
Açores destacados no site "Planeta Protegido" da ONU
À distância de um click, qualquer internauta pode aceder aos 150 mil locais escolhidos pela entidade. Uma boa parte deles está situado no arquipélago. Em www.protectedplanet.net pode fazer-se uma viagem, desde os vulcões da Austrália, passando pelo Grand Canyon nos Estados Unidos, e vir terminar à Fajã dos Cubres, em São Jorge. O convite é da ONU que construiu um site interactivo com informação sobre mais de 150 mil áreas protegidas em todo o mundo.Em Portugal ao todo são 216, quase metade são locais dos Açores. 101 locais estão assinalados como áreas a proteger. A viagem nas ilhas pode ser demorada, há muito para ver. Desde os mais conhecidos, como a Lagoa das Furnas em São MIguel, ou a montanha do Pico, ou ainda o Algar do Carvão, na Terceira.E existem outros de que poucos ouviram falar, como a Ponta da Restinga na Graciosa, ou a Ponta do Escalvado em São Miguel. Através de imagens de satélite, os utilizadores podem selecionar uma determinada área, aproximar-se mais ou obter informações sobre as espécies ameaçadas ou até mesmo sobre as plantas nativas.Qualquer pessoa pode ainda descarregar fotografias das suas próprias viagens, escrever diários com as suas experiencias e recomendar outras áreas. O objectivo deste projecto da ONU é ajudar a proteger estas zonas, tornando-as mais conhecidas e divulgadas.
domingo, 7 de novembro de 2010
Ilha das Flores terá produção de energia de origem renovável superior a 80% a partir de 2014
Ponta Delgada é a primeira cidade portuguesa com gestão ambiental certificada da União Europeia
Quercus - 25 anos a defender o ambiente
sábado, 6 de novembro de 2010
Comissão Europeia propõe proibição de fosfatos nos detergentes para roupa
Essencialmente utilizados para aumentar a eficácia da lavagem, os fosfatos são em grande parte responsáveis, com os nitratos, pela proliferação de algas e de “marés” verdes ou vermelhas.
Os detergentes figuram entre as principais fontes de fosfatos nas águas, depois da agricultura e do tratamento de efluentes. A sua eliminação nas estações de depuração das águas torna-se muito cara, sublinhou a Comissão Europeia. No entanto, a medida isenta os detergentes para lavar a loiça e aqueles usados por profissionais.
“Quando chegam aos rios, aos lagos e aos mares, os fosfatos produzem fortes concentrações de algas que consomem muito oxigénio e eliminam rapidamente todos os organismos vivos”, disse Sergey Moroz, da organização WWF. O fenómeno afecta especialmente grandes zonas doBáltico e do Mar Negro.
A organização lembra que existem alternativas aos fosfatos, menos poluentes e sublinha que vários estados norte-americanos e vários países europeus, como a Suécia, já baniram os fosfatos dos detergentes para lavar a loiça.
Sistema Nacional de Informação sobre Ambiente permitirá aprofundar interacção com a saúde
Esta base de dados permitirá ligar mais directamente as questões ambientais à saúde, salientou o director-geral da Agência Portuguesa do Ambiente no Congresso Internacional de Saúde Ambiental, em Coimbra.
“Permite ter uma avaliação da situação, para um planeamento mais correcto”, e definição das acções, sublinhou Mário Grácio sobre o SNIAmb. Os responsáveis pretendem estabelecer um quadro de causalidade entre a exposição a determinados factores ambientes e os efeitos adversos na saúde humana, ao identificar a incidência de patologias causadas ou potenciadas por factores ambientais.
Trata-se de um projecto de partilha de informação enquadrado no PlanoNacional de Acção Ambiente e Saúde (PNAAS) 2008-2013 e que reunirá oPortal de Metadados Geográficos e Documental e o Portal de Indicadoresde Desenvolvimento Sustentável.
Na sua intervenção no congresso, Mário Grácio lembrou que “o Ambiente constitui um factor estrategicamente determinante na obtenção deganhos de saúde”. “A evidência científica tem revelado que ao melhoraras condições ambientais a que a população se encontra exposta se obtêm ganhos em saúde, designadamente ao nível da diminuição da incidência de determinadas patologias e mesmo da mortalidade”.
Contudo, no entendimento de Mário Grácio, “as interacções entre o ambiente e a saúde humana são muito complexas e difíceis de avaliar,tornando indispensável aprofundar o conhecimento nesta matéria”. Segundo o responsável, muitos dos estudos realizados têm incidido sobre os efeitos de poluentes isolados, “o que facilita a abordagem, mas tem necessariamente induzido a uma subavaliação da dimensão dos impactes sobre a saúde”.
O Congresso Internacional de Saúde Ambiental, que começou ontem e termina amanhã, resulta de uma organização conjunta dos pólos de Coimbra, Lisboa e Porto da Escola Superior de Tecnologias da Saúde (ESTES) e da Escola Superior de Saúde de Beja.