Fonte: GaCS/DRA/LM
Rua de São Miguel, nº 42, 9500-244 Ponta Delgada saomiguel@quercus.pt
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Região concorre à Carta Europeia de Turismo Sustentável em Áreas Protegidas
Fonte: GaCS/DRA/LM
Parque Natural de Ilha das Flores tem as "melhores e mais bem conservadas" turfeiras do Atlântico
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Candidaturas para observador de pescas - Programa POPA
O Programa de Observação para as Pescas dos Açores (POPA) continua a monitorizar a pesca de atum nos Açores, como tem feito nos últimos 13 anos. Para além de garantir o estatuto "Dolphin safe" ao atum pescado nos Açores, o Programa continua a estruturar uma base de dados que possui já mais de 2 milhões de registos e que é utilizada por entidades governamentais, pescadores e cientistas. O trabalho dos observadores do Programa é, neste contexto, crucial. São eles que recolhem os dados, em tempo real, que mais tarde possibilitarão analisar e gerir a pescaria nas suas várias vertentes, garantindo entre outras coisas, a certificação "Dolphin safe" (mortalidade zero de cetáceos na pesca).
O POPA tem sede na Ilha do Faial e inclui um corpo de observadores, sediado na Ilha do Pico. Os candidatos deverão ter idades superiores a 18 anos e terão que embarcar, preferencialmente, durante todo o período da safra que se estende de Maio a Novembro, sendo o período mínimo de trabalho de 3 meses. Aos observadores, será dada formação na área da biologia, comportamento e identificação de espécies e segurança no mar, e terão direito a viagem (Lisboa-Horta-Lisboa), alojamento, alimentação a bordo e vencimento mensal. A página web do POPA possui informação mais detalhada que se pode revelar útil ao potencial candidato.
Data limite para inscrições - 21 Março de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Recolha de resíduos urbanos ultrapassou 35 mil toneladas no concelho de Ponta Delgada
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O "Rei Ananás" está a ficar sem reino!
Cidades inteligentes estão a chegar
Como serão as cidades do futuro?
Com certeza mais inteligentes autónomas e amigas do ambiente. As nossas casas, por exemplo, podem vir a ter uma espécie de vida própria. Poderão ser produtoras de energia com capacidade suficiente para alimentar as suas necessidades e ainda carregar as baterias de um carro eléctrico, para além de injectar potência na rede nacional.
Esta gestão é possível através da microgeração, que utiliza contadores inteligentes que já podem se instalados em nossas casas, e que permitem aproveitar as horas de menor consumo para armazenar energia para as alturas com maior actividade, como explica Fernando Silva da Siemens: “Estamos a falar de soluções que permitem aos utilizadores serem simultaneamente consumidores, armazenadores e produtores de energia”.
Estas redes inteligentes apresentam-se como o futuro do consumo e da produção de energia, mostrando-se essenciais para integrar eficazmente na rede eléctrica fontes renováveis como a energia eólica e solar.
Transportes inteligentes
A introdução do carro eléctrico irá revolucionar por completo a utilização do automóvel. A questão não é se vai ser possível, é quando é que passará a ser uma realidade. “Com o carro eléctrico podemos carregar a bateria do nosso automóvel durante a noite, quando as tarifas são mais baixas, e guardar essa energia para posteriormente descarregá-la para a rede quando tivermos também um retorno económico mais interessante”.
Uma cidade sustentável terá ainda que encontrar soluções de tráfego que permitam reduzir as emissões de dióxido de carbono e simultaneamente produzam mecanismos de controlo de entradas e saídas de automóveis nos centros urbanos. No futuro serão projectadas plataformas comuns para agregar vários meios de transporte aumentando a mobilidade. Os transportes rodoviários incluirão cargas e passageiros, para rentabilizar as viagens. Os veículos individuais vão estar ligados com sistemas inteligentes que permitem uma partilha de informação instantânea. Os condutores vão poder optar pelas melhores rotas, evitando filas de trânsito e diminuindo os consumos.
De acordo com uma pesquisa realizada pela “Economist Intelligence Unit”, actualmente, a cidade mais sustentável é Copenhaga, seguida de Estocolmo e Oslo. Neste ranking europeu, Lisboa encontra-se no décimo oitavo lugar, destacando-se consideravelmente na área das energias, onde ocupa a nona posição.
Fonte: Expresso
Plano de eficiência energética já poupou 74 milhões de euros
Fujitsu lança rato 100% biodegradável
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Como sobreviver num mundo de nove mil milhões?
Actualmente a população mundial está próxima dos 7 mil milões de pessoas, mas em 2050 vai atingir novo marco: seremos nove mil milhões à procura de alimentos, água, habitação e energia. Com conflitos, migrações e o efeito das alterações climáticas para gerir. Soluções, procuram-se. Gente, gente, gente. O contador não pára.