quarta-feira, 14 de julho de 2010

40 mil turistas por ano vêm baleias nos Açores

A Região oferece um produto turístico variado que pretende chegar a todos os tipos de turistas, com actividades que vão desde o pedestrianismo e mergulho até à observação de cetáceos e visita aos vulcões adormecidos. No caderno de encargos para adjudicação, por 30 milhões de euros, da campanha de promoção do destino Açores, num concurso público cujos onze concorrentes foram eliminados, anuncia-se que quatro mil mergulhadores estiveram o ano passado nos Açores e que 40 mil turistas observam baleias a partir das ilhas dos Açores.
Sendo o mergulho recreativo um ponto de desenvolvimento turístico e comercial nos Açores, a Associação de Turismo dos Açores dá conta que estiveram no ano passado, a mergulhar nos Açores, mais de quatro mil mergulhadores, segundo os dados dos próprios operadores, o que representa uma média de mais de 24 mil mergulhos no total e, assim, representando uma pequena parte do potencial da oferta local. 
A Associação de Turismo dos Açores refere, ainda, que o mergulhador ainda necessita de alojamento, voo, transferes/carro e alimentação, representando um valor significativo que cada praticante tem de gastar nas ilhas para onde se desloca. 

Os mergulhadores nacionais que procuram os Açores são, na maioria, mergulhadores activos que mergulham pelo menos uma vez por mês no território nacional. Como não é comum mergulharem fora do país, a sua presença nos Açores é geralmente suportada pela estadia na casa de um amigo, sendo que os mergulhos são pré-acordados com o dono do centro. 
Pode-se distinguir dois perfis de mergulhador: o mergulhador de ocasião e o mergulhador experiente. O primeiro é um mergulhador que tirou curso numa estância balnear, que nunca mergulhou em águas frias ou em grandes profundidades e que escolhe o destino pelo valor turístico e não pelo mergulho que representa. Conforme analisa a Associação de Turismo dos Açores, este é um cliente excelente para a venda por impulso, no local e durante a sua estadia. 
Quanto ao segundo perfil, trata-se de um mergulhador com muita experiência de mergulho, mas que raramente mergulha em território nacional e nem se identifica com os centros de mergulho locais. Como explica a Associação de Turismo dos Açores, este perfil de cliente é uma mais-valia pela forma como trata os destinos de mergulho, adquirindo alojamento, explorando o local, realizando actividades complementares e optando por refeições gastronómicas em vez de comer em casa de um amigo. No entanto, este é um cliente com o qual é mais difícil de comunicar e convencer a visitar os Açores. 
No total estimam-se que existam cerca de 40 mil mergulhadores portugueses certificados e menos de 10 mil mergulhadores activos. O mercado estrangeiro para os Açores está concentrado na Alemanha e Inglaterra, mercados de grande maturidade e com mais de 2,5 milhões de mergulhadores certificados. Estes dois países têm a particularidade de terem atingido o ponto de saturação dos destinos que lhes eram mais comuns, representando uma janela de oportunidades para os Açores. 

Pedestrianismo: 60 percursos estão classificados 
O pedestrianismo é outro dos pólos de desenvolvimentos para os Açores, sendo uma actividade que permite apreciar a Natureza através de trilhos previamente classificados ou por explorar. É uma oportunidade de reunir amigos e familiares numa actividade de fácil acesso e com custos muito controlados, sendo ainda possível ser praticado em qualquer altura do ano. Com uma rede de mais de 60 percursos pedestres classificados pelas 9 ilhas, os Açores apresentam uma estrutura bastante desenvolvida para a prática do pedestrianismo. 
É, assim, necessário ampliar a sua promoção e valor acrescentado para elevar a rentabilidade dessa prática e reconhecimento nos vários mercados emissores. Os mercados que apresentam forte apetência para o Turismo da Natureza são a Alemanha, Reino Unido, Escandinávia, em combinação com o Canadá e os EUA. 
Quanto às idades, a Associação de Turismo dos Açores prevê um aumento da procura destas actividades por indivíduos com idades superiores aos 50 anos, como forma de provarem que ainda estão em boa forma física. 
A segmentação da oferta é considerado o caminho mais óbvio para aumentar o número de turistas nos Açores, sendo que a proposta deve focar temas que atraiam mais os praticantes e que desenvolvam uma nova economia baseada em propostas especializadas. 

Vulcanologia, um filão turístico por explorar 
Pela primeira vez a Associação de Turismo dos Açores enquadra a vulcanologia como um grande potencial para a exploração turística, em que é possível realizar várias actividades como o canyoning, mergulho, kayak e o pedestrianismo. A exclusividade da natureza dos Açores permite que o arquipélago se diferencie dos destinos concorrentes, como a Madeira, Algarve, ilhas Espanholas, Itália e Grécia. A oferta de locais com vulcões adormecidos nos Açores torna-se, acima de tudo, uma vantagem e não um inconveniente. 
Nas nove ilhas do Arquipélago açoriano existem mais de 67 geo-sítios e 26 grutas/cavidades vulcânicas, em são Miguel, Pico, Terceira e Graciosa, que permite organizar cinco circuitos multi-ilhas com visita às cavidades vulcânicas. 
As crianças e jovens são os participantes que melhor entendem a explicação técnica dos geo-sítios, imaginando o seu enquadramento cronológico e factual do que observam, conteúdos já abordados na escola. Apesar disso, o valor real da base vulcanológica é pouco divulgado ao grande público, sendo que este recorda-se apenas da Lagoa das Sete Cidades, mas não a maneira como foi formada. 

Observação de cetáceos: de 100 mil só vão 40 mil 
A observação de cetáceos também tem atraído muitos turistas. O mar dos Açores acolhe cerca de um terço das 81 espécies de cetáceos que existem no mundo devido à sua situação geográfica em pleno Atlântico. Também o facto de não haver uma plataforma continental no seguimento das ilhas faz com que haja uma maior presença de cetáceos, bem como a abundância dos seus alimentos. 
Segundo um questionário realizado aos turistas à chegada do Arquipélago, cerca de 35% apresentava intenções de observar cetáceos, mas apenas 10% chegaram a fazer a experiência. A capacidade instalada actualmente está preparada na Região para 100 mil observadores de baleias que manifestam interesse em ver cetáceos a partir das ilhas açorianas, mas actualmente fazem-no apenas cerca de 40 mil. 
Estas estatísticas querem dizer que cerca de 60 mil turistas que visitam os Açores não estão a ser suficientemente estimuladas para irem para o mar. (Artigo na íntegra aqui)

Actividades outdoor nas Sete Cidades


Neste Verão poderá realizar inúmeras actividades ao ar livre, na mangnífica paisagem das Sete Cidades. A Cresaçor, numa organização conjunta com os Amigos dos Açores, propõe passeios pedestres, passeios de cavalo e de charretes, 0bservação de aves, parapente, orientação, geocaching, golfe rústico, ciclismo e yoga.

Estas actividades estão sujeitas a inscrição prévia através so site da Cresaçor, do contacto da loja Eco Atlântida 296295177 / 919538214, ou ainda através do email: cresacor@cresacor.org/ msoeirocresacor@gmail.com

Valorização da biodiversidade dos Açores

Cinco escolas do Arquipélago estão a desenvolver um projecto de valorização da biodiversidade dos Açores e de promoção da capacidade de intervenção na defesa deste património.
O projecto "Cidadania e Sustentabilidade para o Século XXI" é, segundo a secretária regional da Educação “uma forma nova de dar resposta a questões de cidadania e sustentabilidade”, afirmou, salientando a importância que estas matérias assumem ao nível do currículo regional.
Este projecto envolve ainda a formação de docentes sobre educação para o desenvolvimento sustentável, “com docentes de todas as disciplinas das turmas envolvidas, para permitir que cada professor possa trabalhar estas questões na sua disciplina”, salientou Lina Mendes. (JornalDiario)

terça-feira, 13 de julho de 2010

Congresso Turismo Cultural Ilhas do Corvo e Flores

A Adeliaçor (Associação para o Desenvolvimento Local de ilhas dos Açores) acaba de lançar duas rotas turísticas dirigidas às ilhas mais ocidentais do arquipélago açoriano. Denominadas “Rota dos Vulcões do Corvo” e “Rota da Faina Baleeira das Flores”, estes novos produtos enquadram-se numa oferta de animação turística voltada para o património cultural e histórico destas comunidades.
Os roteiros foram apresentados no âmbito do Congresso Turismo Cultural das ilhas do Corvo e Flores que teve início ontem na mais pequena ilha açoriana e que prossegue hoje nas Flores.
Sónia Borges, da Adeliaçor, refere que, para já, o objectivo é sensibilizar toda a comunidade: “pretendemos, numa primeira fase, sensibilizar e consciencializar a comunidade local e todas as entidades directa e indirectamente relacionadas com o sector do turismo para a importância da conservação, da valorização e da interpretação do património histórico e cultural como factor de desenvolvimento da actividade turística”. Segundo a técnica da associação, este Congresso visa uma definição abrangente do turismo aliado à cultura e à história: “o turismo cultural é um tipo de turismo que é centrado nesta valorização do património histórico-cultural, e as ilhas das Flores e do Corvo são um bom exemplo desse vasto património cultural”.

Rotas temáticas
“Propomos a criação de rotas turísticas temáticas que são percursos recomendados, dentro de uma determinada temática, que promovam a nossa cultura, os nossos costumes, o nosso património edificado, a nossa natureza”, sublinhou Sónia Borges. A técnica da Adeliaçor explica em que consistirão as duas novas rotas criadas para estas ilhas ocidentais: “na ilha das Flores propomos a criação da Rota da Faina Baleeira que tem a ver coma história da ilha e relacionada com o património edificado que resultou da actividade da baleação na ilha”.
A participação neste Congresso, co-financiado pelo ProRural e pela Secretaria Regional da Agricultura e Florestas, está aberta à população em geral.
O Núcleo Cultural do Corvo e o Museu das Flores foram os locais escolhidos para este encontro.

Ontem o programa teve início, à tarde, com uma visita guiada à “Rota dos Vulcões do Corvo”. À noite, no Núcleo Cultural do Corvo, além da abertura do Congresso, decorreram as seguintes conferências: “Identidade e Imagem – a autenticidade do produto turístico”, da autoria de Sérgio Araújo, professor do Instituto Politécnico de Leiria; “Turismo Cultural – interpretação do património”, por Cláudia Gomes, da empresa Ágora Propostas Culturais; e “Os itinerários turísticos temáticos da zona de intervenção da Adeliaçor, o produto e a imagem das Rotas”, por Arlene Goulart, da Adeliaçor.
Hoje, durante a manhã, decorrerá a visita à “Rota da Faina Baleeira (das Flores)”. Os trabalhos do Congresso de Turismo Cultural das ilhas do Corvo e Flores decorrem no Museu das Flores, no Convento São Boaventura, em Santa Cruz, às 20h30. Nesta segunda sessão serão tratados os mesmos assuntos do dia anterior, com a intervenção suplementar de João Gomes Vieira, historiador e escritor florentino subordinada ao tema: “Uma abordagem à baleação na ilha das Flores” (A União Jornal online)

Revista Parques e Vida Selvagem, amanhã com o Jornal de Notícias

Amanhã, dia 14 de Julho, ao comprar o Jornal de Notícias encontrará a revista Parques e Vida Selvagem, que até pode não parecer mas conta com 68 páginas. 
A edição de Verão renova uma informação de natureza orientada para a educação ambiental.
As traves-mestras desta publicação são a educação ambiental e a conservação da natureza. 
A revista Parques e Vida Selvagem é produzida trimestralmente pelo Parque Biológico de Gaia e as edições anteriores podem ser descarregadas para o seu computador a partir daqui.

Nesta edição, adiantamos alguns destaques: 
ESTUÁRIO DO DOURO  
dunas  
Os estuários e as lagoas costeiras são maternidades importantes de peixe de valor comercial. Este facto bastaria para justificar a devida protecção, mas não é o único. Para explicar o valor da Reserva Natural local do Estuário do Douro já estão a ser instaladas no terreno infra-estruturas capazes.
MADEIRA:ILHAS SELVAGENS
reportagem  
A Reserva Natural das Ilhas Selvagens, criada em 1971, é uma das mais antigas reservas naturais do nosso país. A cerca de 163 milhas do Funchal, as Selvagens estão no extremo Sul do território português. A gestão desta área protegida é da responsabilidade do Parque Natural da Madeira.
TARTARUGAS MARINHAS
migrações  
Na sua evolução, estas espécies repudiaram a terra e voltaram ao mar. Só as fêmeas regressam a alguma praia para a postura. Hoje, entre as espécies migradoras, estes répteis marinhos fazem viagens ainda com muito para descobrir. Seguimos a rota de três, reabilitadas.
COMO VAI A BIODIVERSIDADE DO SEU JARDIM?
quinteiro  
Esta é uma das melhores épocas do ano para estar atento à diversidade biológica do seu quintal, permitindo-lhe incentivar a natureza e retirar daí o prazer simples de a observar perto de si.

7 Ex-Maravilhas Naturais de Portugal

Numa altura em que muito se fala do projecto "7 Maravilhas Naturais de Portugal", surge a iniciativa "7 Ex-Maravilhas Naturais de Portugal" que pretende alertar para a degradação do património natural do nosso país. O Comissariado é composto por Pedro Quartin Graça, Gastão Brito e Silva e Rui Cunha e as 13 finalistas incluem: Linha do Tua, Encosta de S. Julião, Rio Sabor, Praia da Cruz Quebrada, Praia dos Cavacos, Tróia, Cimenteira da Serra da Arrábida, Praias da Costa da Caparica, Urbanizações de Quarteira, Lagoa de Santo André, “Muralha da China” de Xira, Rio Trancão e Construções Ilegais na Ria Formosa.Acrescentaria eu a Fajã do Calhau, local que em tempos foi belo e que a acção humana (aka Serviços Florestais) transformou numa aberração.
Nunca é demais recordar que esta é uma obra sem Estudo de Impacte Ambiental, sem Projecto nem Orçamento, sem garantia de viabilidade técnica, sem ponderação de custos/benefícios, ignorando o Ordenamento do Território (POOC e PDM), a Autarquia e os pareceres dos Institutos competentes (Laboratório Regional de Engenharia Civil, entre outros), ultrapassando todas as regras do bom senso e da legalidade, tais como a Discussão e o Concurso Público que deviam preceder obras desta envergadura, em que milhões estão a ser desviados e enterrados numa ESTRADA SEM DESTINO...
Esta atentado à paisagem natural da Ilha de São Miguel só se enquadra realmente numa Ex-Maravilha.

Convenção da Diversidade Biológica: Governos e ONG Pan-Europeias preparam COP 10

A Quercus participou de 5 a 7 de Julho em reuniões preparatórias em Gabala (Azerbaijão) para a 10ª Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica (COP 10), a realizar em Nagoya, Japão, de 18 a 29 de Outubro. O encontro culminou com a participação das ONG na Conferência Oficial da Biodiversidade Europeia (High-level European Conference on Biodiversity). 

As Nações Unidas declararam 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Aproveitando esta oportunidade, as partes interessadas no processo da Convenção da Diversidade Biológica reuniram-se em Gabala, no Azerbaijão, para discutir estratégias e identificar contribuições específicas e benefícios para a região pan-Europeia, que abrange mais de 40 países incluindo os da União Europeia e outros em torno, incluindo os da região do Cáucaso, como é o caso do Azerbaijão. As reuniões preparatórias de especialistas, oficiais governamentais e das ONG, bem como a Conferência Oficial foram possíveis graças ao apoio da UNEP e do Ministério da Ecologia e Recursos Naturais da República do Azerbaijão.
A Quercus integra uma plataforma informal de ONG da região pan-Europeia coordenada pela CEEWeb for Biodiversity (sediada na Hungria), com a finalidade de dar contributos e influenciar o processo da CBD. O primeiro encontro foi em Liège, Bélgica, em Setembro de 2009 e o presente decorreu no dia 5 e 6 de Julho em Gabala, paralelamente às reuniões de peritos e delegações oficiais. A Conferência decorreu no dia 7 de Julho, tendo participado ambos os grupos presentes. Ahmed Djoghlaf, Secretário Executivo da CBD , no discurso de abertura referiu que “em última análise a preservação dos recursos biológicos deve estar presente na sociedade em geral, incluindo os nossos sistemas económicos e os mercados”. 

Estado actual da Convenção da Diversidade Biológica 
Apesar dos compromissos feitos em 2002 para se travar a perda de biodiversidade em 2010, esse objectivo não foi atingido, por diversas razões, sendo talvez a mais importante o facto de não se prestar atenção aos factores por detrás das causas directas, como a sobre -exploração de recursos naturais, o uso insustentável do solo e a poluição, entre outras. Essas causas têm no entanto a sua raíz nos sistemas económicos e sociais actuais, suportados em fontes de energia e recursos naturais baratos, nos padrões de consumo crescente, acompanhados em alguns casos de crescimento excessivo da população. Além disso, os compromissos anteriores não foram acompanhados de uma definição clara sobre quem deveria ser responsável pela sua implementação efectiva e como essa implementação deveria ser monitorizada, avaliada e revista.

Participação das ONG
Apesar de se ter notado a ausência de bastantes países, com destaque da Europa Ocidental, as ONG da área pan-Europeia compareceram e participaram significativamente. As ONG elaboraram recomendações sobre os seguintes temas: uma visão pós-2010 clara e viável para a região pan -Europeia, o papel das áreas protegidas, o uso sustentável da biodiversidade e como contribuir para os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. As mensagens focaram-se em como trabalhar sobre os factores indirectos da perda de biodiversidade; como a conservação da biodiversidade pode contribuir para os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio e sobre os benefícios mútuos da cooperação entre ONG da região Pan-Europeia. Simultaneamente, as ONG elaboraram projectos concretos de inter-cooperação tendo em vista a salvaguarda do património natural na região pan-Europeia.

A Quercus dinamizou dois grupos de trabalho e fez uma apresentação; fez também uma intervenção no plenário da Conferência que colheu amplo acolhimento, apelando para que no contexto da CBD se comece a trabalhar mais decididamente sobre a relação entre a produção e consumo de produtos e serviços e o seu impacto na biodiversidade, no contexto dos mercados globais. 

Declaração de Gabala
Na "Declaração de Gabala", compilada no final da Conferência, os participantes sublinharam a necessidade de dar respostas concretas ao problema da perda de biodiversidade, que deve incluir acções -chave urgentes para a assegurar a viabilidade dos serviços dos ecossistemas, a utilização sustentável da natureza; mecanismos e incentivos para o uso responsável da biodiversidade pelas empresas; desenvolvimento da economia verde; construção e manutenção de infra-estruturas verdes (incluindo redes ecológicas transfronteiriças); a inclusão dos conceitos de biodiversidade e dos serviços dos ecossistemas nos currículos educacionais; o envolvimento do público e acesso à fruição da natureza; mais recursos financeiros e humanos para áreas prioritárias; mais formação e assistência técnica e mais apoio à investigação e monitorização. A Declaração de Gabala destaca também o papel da cooperação regional para a realização de uma nova visão da biodiversidade para 2050 e metas a atingir em 2020, bem como para a implementação do Plano Estratégico da CBD.

Exposição fotográfica "Santa Maria SuB" até 31 de Agosto

Até ao dia 31 de Agosto, está patente ao público no Centro de Interpretação Ambiental Dalberto Pombo, na Ilha de Santa Maria, a exposição fotográfica "Santa Maria SuB".

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Parque de São Jorge vai integrar áreas protegidas da ilha

O Governo Regional dos Açores decidiu, este sábado, por ocasião da visita estatutária à ilha de São Jorge, criar o Parque Natural de São Jorge, que vai integrar todas as áreas protegidas desta ilha do Grupo Central, incluindo os principais maciços vulcânicos e locais de interesse geológico. O novo parque natural irá também integrar as áreas marinhas protegidas no quadro do Plano de Ordenamento da Orla Costeira de S. Jorge. 
No contexto da criação do parque natural, foi classificado o monumento natural da Ponta dos Rosais, que passa a integrar a Rede Regional de Áreas Protegidas, enquanto as fajãs dos Cubres e da Caldeira do Santo Cristo passam a ser designadas Zonas Húmidas de Importância Internacional, ao abrigo da Convenção de Ramsar.
Entre as decisões do Executivo regional relativas a esta ilha, destaque ainda para a abertura do concurso público para a construção do Centro de Processamento de Resíduos e do Centro de Valorização Orgânica por Compostagem, num investimento superior a seis milhões de euros. 

Abertas as candidaturas para a 5º Edição do Mestrado em “Estudos Integrados dos Oceanos” (MEIO)

Estão abertas as candidaturas para a 5ª Edição (Ano lectivo 2010-2011) do Mestrado do DOP em “Estudos Integrados dos Oceanos” (MEIO).
As candidaturas encontram-se abertas desde 18 de Junho até 29 de Agosto de 2010. A selecção e seriação dos alunos será efectuada até 8 de Setembro (inclusive). A divulgação da lista será feita no dia 10 de Setembro, estando o início das aulas previsto para o dia 5 Outubro. 
Para mais informações e condições de acesso, os interessados podem encontrar informações detalhadas aqui.