A Norte Crescente – Associação de Desenvolvimento Local, através do seu Centro de Educação Ambiental e Ciência (CEAC), criou um projecto destinado a crianças e jovens que durante este Verão promove a aprendizagem das características da fauna e flora endémica dos Açores. Trata-se do Quiosque de Ciência e Biodiversidade, instalado junto às Portas do Mar. O espaço, que se apresenta com um horário de funcionamento entre as 16 e as 23 hras, pode ser visitado naõ só por particulares mas também por instituições. “Considerando que a Norte Crescente, tem uma forte marca ao nível da Educação Ambiental e da Ciência, na costa Norte do concelho de Ponta Delgada, especialmente junto da população escolar, não poderia ficar indiferente à comemoração deste desígnio Internacional”, explica a associação em nota informativa enviada à imprensa. “Foi neste sentido que foram desenvolvidos dois projectos específicos para esta época: a Exposição sobre Biodiversidade oe Quiosque da Ciência e Biodiversidade que caminharão em conjunto durante este Verão em prol da Educação Ambiental e promoção da cultura cientifica”, acrescenta a mesma fonte. Refira-se, a propósito, que esta instituição particular de solidariedade social e de juventude, sem fins lucrativos e tem como objectivo “promover o desenvolvimento integrado das freguesias da costa Norte do concelho de Ponta Delgada, em especial nas áreas: social, cultural, desportiva, económica, ambiental, juvenil e educativa”. O CEAC enquadra-se na valência de promoção da educação ambiental da associação e visa “contribuir para a consciencialização da população para os problemas ambientais”. (Açoriano Oriental)
Rua de São Miguel, nº 42, 9500-244 Ponta Delgada saomiguel@quercus.pt
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Quiosque da Biodiversidade junto às Portas do Mar
Novo poço reforça produção de energia geotérmica
Traduzindo, quer dizer, segundo a empresa gestora da única unidade portuguesa de produção de electricidade com recurso ao aproveitamento de recursos geotérmicos, isto é, com energia obtida a partir do calor proveniente da Terra, a exploração do novo furo vai traduzir-se numa poupança anual de 6 mil toneladas de fuelóleo e numa redução de emissões de dióxido de carbono em 18 mil toneladas.
Notícia aqui.
O Priolo esteve na Antena 1 esta semana
Foto de Pedro Monteiro
A Antena 1 esteve na Floresta Laurissilva dos Açores e desenvolveu um reportagem bastante completa e interessante sobre a sua importância e do seu indissociável habitante - o Priolo. Para além de falarem da distinção de que foi alvo o projecto ao ser considerado um dos melhores projectos LIFE da Europa, entrevistaram também técnicos e cianças que convivem diariamente com a realidade no seu dia-a-dia. Oiça a reportagem e fique a saber um pouco mais acerca desta ave misteriosa.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Fraldas reutilizáveis - a primeira escolha ecológica para o seu bebé
Um bebé que use fraldas reutilizáveis em vez de descartáveis produz menos oito quilos de lixo por semana, revela a Quercus.
Ao fim de dois anos e meio, tempo médio de utilização de fraldas, cada bebé terá produzido uma média de uma tonelada de resíduos. Em Portugal, nascem cerca de cem mil bebés por anos, serão 40 mil toneladas por ano.
Actualmente, as fraldas descartáveis correspondem a cerca de 5% dos Resíduos Sólidos Urbanos, que são encaminhados para aterro ou incineração, uma vez que não existe reciclagem em Portugal para este tipo de material. Daí a necessidade de se apostar em produtos duráveis, reutilizáveis, confortáveis e amigos do ambiente.
A Quercus iniciou, em 2009, uma Campanha de Promoção para a utilização de Fraldas Reutilizáveis, medida prevista pelo Programa de Prevenção de Resíduos Urbanos (PPRU) do Ministério do Ambiente.
Estas fraldas já se encontram disponíveis no mercado e além de serem vantajosas para o ambiente, também são para os bolsos dos papás, já que são mais baratas do que as descartáveis (em 2,5 anos poupa cerca de 1400€) e, além disso, não necessita de estar sempre a comprar fraldas.
Ficam aqui as sugestões na fraldas&companhia e das fraldas Blueberry, à venda na Lotuspharma, com descontos para sócios da Quercus, mediante a apresentação do cartão de sócio.
7 Maravilhas Naturais de Portugal
Entre 7 de Março, data em que teve início a votação pública, e 7 de Julho já foram registados cerca de 200.000 votos. A disputa entre as 21 finalistas, em cada uma das 7 categorias, é cada vez maior, com algumas candidatas separadas por um número reduzido de votos.
Neste momento, na categoria de “Zonas Aquáticas”, o Arquipélago das Berlengas e a Ria Formosa estão muito próximos, bem como o Parque Nacional da Peneda-Gêres e a Reserva Natural da Lagoa do Zona, na categoria de “Zonas Protegidas”. No caso das “Florestas e Matas”, a diferença de votos entre as três finalistas é também mínima.
Se a votação terminasse hoje, estes candidatos seriam as “7 Maravilhas Naturais de Portugal®”: Grutas de Mira D’Aire (Grutas e Cavernas); Lagoa das Sete Cidades (Zonas Aquáticas Não Marinhas); Portinho da Arrábida (Praias e Falésias); Paisagem Vulcânica da Ilha do Pico (Grandes Relevos); Parque Nacional da Peneda-Gêres (Zonas Protegidas); Arquipélago das Berlengas (Zonas Marinhas); e Paisagem Cultural de Sintra – Património da Humanidade (Florestas e Matas).
A votação pode ser realizada por internet (no site www.7maravilhas.pt), por SMS ou por chamada telefónica. Nos casos de votação por SMS e por telefone, existem números designados para cada uma das 21 Maravilhas a concurso e cada votante elege apenas uma, sendo considerados todos os registos.
As vencedoras serão apuradas pelo maior número de votos em cada categoria e não serão eleitas mais do que duas Maravilhas por região. As “7 Maravilhas Naturais de Portugal®” são conhecidas a 11 de Setembro de 2010, numa cerimónia única a ter lugar na Ilha de S. Miguel.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Quercus recebe voto de congratulação da Assembleia Municipal da Horta
Prometemos continuar a contribuir para a consciencialização ambiental da nossa região.
Clic Açores – Prémio de Fotografia para Turistas
Poderão concorrer ao “Clic Açores – Prémio de Fotografia para Turistas” quaisquer pessoas que, não residentes na Região Autónoma dos Açores e provenientes de países europeus, visitem o nosso arquipélago durante o ano de 2010, as quais podem enviar as suas fotografias a concurso até 15 de Novembro de 2010. Os melhores 40 trabalhos serão incluídos numa publicação e exposição especialmente concebidas e ao primeiro prémio será atribuída uma viagem de regresso aos Açores, com estadia de uma semana.
Mais ionformações aqui.
domingo, 4 de julho de 2010
Inovações como o iPad podem ajudar a aumentar o efeito de estufa
Na origem do problema está o contributo destas inovações para as emissões produzidas pelo fenómeno cloud computing (computação em nuvem), ou seja, armazenamento de dados na Web (ver definição em baixo). Segundo um estudo da Greenpeace divulgado em Março passado, que parte do lançamento do iPad, o crescimento de fenómenos de computação em nuvem, que recorre a grandes aparelhos de armazenamento, irá contribuir nos próximos anos para um forte aumento da emissão de gases com efeito de estufa.
Sendo o iPad um importante utilizador da tecnologia de computação em nuvem - já que o seu principal objectivo é fazer o download de vídeos, música e livros para o dispositivo -, a Greenpeace crê que esta inovação é um "prenúncio daquilo que está para vir".
O relatório (Make IT Green - Cloud Computing and its contribution to climate change ) baseia--se em pesquisas anteriores para o sector das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e explica que, face às actuais taxas de crescimento dos centros de dados e redes de telecomunicações, em 2020 o sector consumirá cerca de 1,963 mil milhões de quilowatts de electricidade por hora. E produzirá aproximadamente 1034 megatoneladas de CO2 equivalente.
Segundo a organização mundial, este consumo horário de electricidade implicará mais do triplo do consumo actual das tecnologias de informação. E será maior do que o actual consumo de electricidade feito por países como França, Alemanha, Canadá e Brasil todos juntos.
No documento, outra das preocupações avançadas pela Greenpeace é o aumento da pegada de carbono. Citando estudos produzidos pelo Grupo Climático, a organização recorda que as estimativas apontam para uma emissão de carbono, do sector das TIC em 2020, na ordem das 1430 megatoneladas de CO2 equivalente.
Destas, cerca de 815 megatoneladas serão produzidas pelos computadores e respectivos periféricos. Em 2007, ano de comparação usado pelo Grupo Climático no estudo SMART 2020, as emissões eram de 830 megatoneladas de CO2 equivalente.
Segundo este estudo, entre 2007 e 2020 o número de proprietários de computadores no mundo irá quadruplicar, passando para quatro mil milhões de aparelhos, enquanto as emissões vão aumentar para o dobro. Já o número de utilizadores de telemóveis irá subir para os cinco mil milhões em 2020, quase o dobro dos existentes em 2007.
Mas o relatório SMART 2020 mostra também como as empresas do sector das tecnologias de informação podem contribuir para reduzir as emissões dos gases com efeito de estufa.
E garante que este sector poderá contribuir, em 2020, com uma redução na ordem dos 15%, ou seja, uma poupança de 7,8 gigatoneladas de dióxido de carbono equivalente.
O que, frisa a Greenpeace, permitiria que o aumento da temperatura no início da próxima década ficasse abaixo dos dois graus.
Segundo as contas do relatório, as poupanças podem ser de 1,68 gigatoneladas ao nível das apostas em edifícios mais inteligentes ou de 1,52 gigatoneladas com a optimização da logística.
Mas há outras medidas que, parecendo insignificantes, representam ganhos a nível económico. Mais em concreto a poupança de 0,14 gigatoneladas de CO2 equivalente com o recurso a videoconferências, 0,60 gigatoneladas com a optimização dos transportes e 0,22 com o teletrabalho.
A Greenpeace conclui que, embora sejam as empresas como a Microsoft, a Apple, Yahoo ou Google aquelas - no sector das tecnologias - que mais contribuem para o aumento das emissões que provocam o efeito de estufa, também são as principais responsáveis pela diminuição da pegada ecológica.
"Tendo em conta a actual expansão do fenómeno de cloud computing, a indústria TIC tem igualmente de controlar a sua pegada de carbono", salienta a associação ambientalista.
DN


